Declaração
de Fé da CONIAPIB
INTRODUÇÃO
Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes
de mais de todos os estados do Brasil e também de outras nações, louvamos a
Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça
dele mesmo, podemos ter com Ele e uns com os outros. Estamos profundamente
tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por
nossos fracassos e desafiados pela tarefa inacabada da evangelização.
Acreditamos que o evangelho são as boas novas de Deus para todo o mundo, e por
sua graça, decidimo-nos a obedecer ao mandamento de Cristo de proclamá-lo a
toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto,
reafirmar e tornar público a nossa fé.
1. O Propósito de Deus
Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai,
Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua
vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao
mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o
corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos,
envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa
missão, em razão de nos termos conformado com mundo ou nos termos isolado
demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado
em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de
tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos
dedicar-nos novamente.
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia
Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto
do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus
escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e
prática. Também afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu
propósito de salvação. A mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade,
pois a revelação de Deus em Cristo e na Escritura é imutável. Através dela o Espírito
Santo fala ainda hoje. Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura,
de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os próprios
olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior da multiforme
sabedoria de Deus.
3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo
Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla
variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que
todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de
Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os
homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como
depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou
de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de
todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo Ele próprio o único
Deus-homem, que se ofereceu a si mesmo como único resgate pelos pecadores, é o
único mediador entre Deus e os homens. Não existe nenhum outro nome pelo qual
importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do
pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que
todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da
salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o
Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou
ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam
salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de
pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e
Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi
exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se
dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.
4. A Natureza da Evangelização
Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos
pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele
agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os
que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à
evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir
com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita
é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o
intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se
reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito
de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram
segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua
nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo,
o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.
5. A Responsabilidade Social Cristã
Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos
partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade
humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a
humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça,
religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade
intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada.
Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes
considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora
a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social
evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a
evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever
cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de
Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus
Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda
forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de
denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem
Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar, mas
também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que
alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas
responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.
6. A Igreja e a Evangelização
Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o
enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial.
Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade
não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é
primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o
evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito
divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o
evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz, deve ela própria, ser marcada pela
Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o
evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas
pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em
promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma
instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular,
nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.
7. Cooperação na Evangelização
Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de
pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade,
porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa
desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos,
entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa
necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé
bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas
obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem
sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de
esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na
adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o
desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da
missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo,
e para o compartilhamento de recursos e de experiências.
8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização
Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante
das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das
igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial,
demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o
corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si
próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas
como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o
processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim,
haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior
clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela
existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação
teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na
evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos
especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as
levem a uma avaliação correta de sua efetividade como parte da missão da
igreja.
9. Urgência da Tarefa Evangelística
Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois
terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha
ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a
igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade
sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a
ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com
seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para
realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de
dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para
facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar
recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais
livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e
prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios
possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de
ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir
esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões
de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós
que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo
de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os
necessitados como para a evangelização deles.
10. Evangelização e Cultura
O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer
metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o
surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente
relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada
pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é
rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua
cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não
pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo
o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores
morais absolutos, em todas as culturas. As missões muitas vezes têm exportado,
juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm
ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às
Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar
esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem
servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a
cultura; tudo para a glória de Deus.
11. Educação e Liderança
Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento
numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da
edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm
sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas
justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que
regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que
toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de
liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma
grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para
líderes eclesiásticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente
programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em
evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender
de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de
iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.
12. Conflito Espiritual
Cremos
que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades
do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização
mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e
combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois
percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora
da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras
e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de
discernimento para salvaguardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós
mesmos não somos imunes à aceitação do mundanismo em nossos atos e ações, ou
seja, ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à
nossa disposição pesquisas bem preparadas e valiosas, sobre o crescimento da
igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos
utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir
resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos
manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado
excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de
forma desonesta. Tudo isto é mundano. A igreja deve estar no mundo; o mundo não
deve estar na igreja.
13. Liberdade e Perseguição
É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições
de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir
a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem quaisquer interferências. Portanto,
oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a
liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar
a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na
Declaração Universal dos Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda
preocupação com todos os que têm sido injustamente encarcerados, especialmente
com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor
Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo,
recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós
também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho,
seja a que custo for. Nós não nos esquecemos de que Jesus nos preveniu de que a
perseguição é inevitável.
14. O Poder do Espírito Santo
Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar
testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção
de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a
mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a
evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A
igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A
evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a
igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder.
Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do
soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu
povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja
inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra
ouça a Sua voz.
15. O Retorno de Cristo
Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para
consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda
maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve
ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai
desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do
povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos
da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como
precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da
vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na
terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e
aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça
habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, dedicamo-nos ao serviço de
Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de
nossas vidas.
CONCLUSÃO
Portanto,
à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como
uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de
todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude
por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!