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Visão
Estamos vivendo tempos inauditos onde
verdadeiramente vemos rápidos avanços no Reino de Deus!
Com esses avanços, igrejas e ministérios estão
emergindo globalmente e juntamente com eles tem aparecido à necessidade vital
de unidade.
A CONIAPIB – Convenção Nacional das Igrejas
Assembléias de Deus e Pentecostais independentes do Brasil, baseado em
relacionamentos, e não em uma estrutura formal,
é um lugar de refúgio no reino para os companheiros obreiros receberem
encorajamento, serem ministrados e terem comunhão com pessoas que podem
verdadeiramente entender suas chamadas.
O desejo da CONIAPIB e seus líderes é de servir e
abençoar, não somente você, mas sua congregação para que crescendo estejam
aptos a andar em plenitude do que o Senhor Jesus tem para vocês.
Nós calorosamente convidamos você a entrar em
contato para qualquer questão que possa ter.
Alvos
Nossos alvos como convenção de igrejas e
ministérios é construir relacionamentos comprometidos em aliança para
compartilhar recursos, dons, e ajudar a cada pastor e líder de ministério
alcançar seu potencial máximo e assim, mais efetivamente, cumprir a missão.
Missão
Nossa missão é trabalhar para a expansão
do Corpo de Cristo através de alianças e parcerias estratégicas, que baseadas
na visão do Reino de Deus, possam expandir o potencial de cada igreja e
ministério, para o cumprimento do “Ide”.
Valores
Os valores centrais e verdades fundamentais que
acreditamos são:
- A
Palavra de Deus como única Regra de Fé e Prática;
- Relacionamentos
em Aliança que levem à Unidade do Corpo de Cristo;
- A
Presença manifesta de Deus;
- Missões
aqui e em todo o mundo;
- A
proteção da Igreja e Doutrina Cristã nesses tempos de Apostasia, Comércio,
Modismos e Conflito de Interesses.
Retrospectiva
Histórica
Como convenção, reconhecemos a diversidade de
credos e organizações cristãs e suas conquistas para o Reino de Deus. Neste
prisma propomos parcerias baseadas em relacionamentos entre diversos ramos do
cristianismo genuíno e puro. Para entendermos o ponto em que estamos na
história eclesiástica, é sábio rever o desenrolar da igreja nesses 20 séculos.
O Protestantismo foi somente um ramo nessa história
de divisões cíclicas. Mas o ser humano sempre foi assim. São séculos bíblicos
plenos de histórias onde as divisões, traições e lutas expõem o perfil
separatista e faccioso da humanidade. Dividir é humano. Caim e Abel, José e
seus irmãos, Saul e Daví, Israel e Judá, Paulo e Barnabé, Paulo, Pedro e Apolo,
e daí por diante. Isso não é uma tendência, é a própria história da humanidade,
incluindo a parte salva.
Como oriundos da Reforma e suas ramificações,
cremos ser o ramo cristão o que mais se manteve fiel às raízes bíblicas
neotestamentárias. Mas quem somos nós? Com a Reforma vieram as denominações
chamadas históricas. As mais conhecidas entre nós são: Luterana, Anglicana,
Presbiteriana, Episcopal, Batista, Menonita, Metodista e Congregacional. As
denominações pentecostais começaram a surgir no início do século XX. As
chamadas néo-pentecostais e as não-denominacionais apareceram na segunda metade
do século XX. A cada nova divisão, ou a cada criação de uma nova igreja, mesmo
se dizendo não-denominacional, nasce uma denominação. Ser denominada, ou seja,
ter um nome que a diferencie das outras não constitui erro. A história particular
de cada uma, suas diferentes ênfases ou doutrinas, tendências, linhas
teológicas, visão e missão, são geralmente entendidas pelas igrejas de um modo
geral. O principal problema bíblico acontece quando uma denominação, uma igreja
independente ou ministérios para-eclesiásticos como agências missionárias se
fecham em si mesmos. Esse ostracismo é faccioso e anti-bíblico. Todas as vezes
que uma igreja mira mais seu próprio crescimento do que o do Reino de Deus,
algo muito errado está acontecendo.
Princípios
que orientam a Visão
- O
Corpo de Cristo é indivisível;
- A
Unidade só existe na diversidade;
- A
Igreja é genuinamente missionária;
- Os
líderes são os primeiros entre iguais;
- Cada
cristão é um sacerdote;
- A
Igreja deve alcançar Jerusalém, Judéia, Samaria e os confins da Terra
simultaneamente.
Visão
Somos uma convenção, que baseada em
relacionamentos, congrega igrejas e organizações cristãs genuínas e puras, para
expressar os eternos resultados da unidade do Corpo de Cristo.
Convenção
de Ministérios
Quando trabalhamos em convenção aprendemos a
planejar juntos, a dividir nossos recursos e dons, a nos alegrarmos com as
vitórias de outros ministérios e, às vezes, planejamos não implantar uma igreja
nossa em um local onde já exista outra igreja que está "dando conta do
recado". Uma convenção trabalha entre os convencionados e muitas vezes
trabalha com outras convenções, ou com igrejas não convencionadas. Assim
fazendo, naturalmente vivemos uma visão de Reino onde o mais importante é a
expansão do Reino de Deus, não do nosso ministério, o mais importante é a
unidade no Corpo de Cristo, não a competição e emulação. Trabalhar em convenção
é colocar em prática muitos princípios bíblicos. É crer e agir que é mais
abençoado dar do que receber. Estar com outros pastores em uma convenção é
desfrutar de cobertura espiritual fora de qualquer engessamento, e em aliança construirmos
relacionamentos que geram confiança e produzem suporte. Desde que uma convenção
é um ambiente livre de ingerências, nossa participação, coberturas espirituais,
envolvimentos em projetos missionários, criação de ministérios conjuntos e
ajudas mútuas para crescimento espiritual são expressões voluntárias baseadas
no amor fraternal.
Estou muito feliz em ser parte dessa convenção e
assim, junto com outros, poder dizer de verdade e em amor, "cresçamos em
tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e
ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte,
faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor" (Efésios 4:15-16).
Pr. Flávio Nunes
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